sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

2013 já chegou! Que seja um ano com muita Saúde, Amor e Abundância em todos os sentidos, com MUITO SUCESSO mas com qualidade de vida!" E como anda o seu Projeto de Inglês?

Com o Coaching, aprendemos que é impossível conseguir resultados diferentes fazendo tudo sempre da mesma maneira. E com o inglês isso também se aplica! Para conseguir resultados diferentes, no seu estudo do inglês, sugiro que nesse Novo Ano que se inicia, você aprenda a estudar de forma diferente. Como? Esteja PRESENTE quando estiver estudando e seja um OBSERVADOR. Se estiver em sala de aula ou com um professor particular, esteja atento a forma como ele/ela pronuncia as palavras e, se estiver ouvindo o CD da lição faça o mesmo. Perceberá que tem palavras que você não havia percebido que são pronunciadas de forma diferente do que você está acostumado a pronunciar. Exemplificando: A primeira música que trabalho com os meus alunos é “Imagine”, do John Lennon. Já no título, IMAGINE, que os brasileiros costumam dizer “i-mé-gi-ne”, com quatro sílabas, se você “ligar” o seu OBSERVADOR e assistir o vídeo disponibilizado no youtube, verá que ele diz / ê – mé – djên /, com três sílabas. Continue assistindo, PRESENTE e com o seu OBSERVADOR ligado, e encontrará outras palavras com pronúncia diferente das que você usa e, elas são as formas corretas de dizê-las. Já falei da importância da pronúncia correta, pois quando ouvimos, o cérebro “decodifica os sons” e, se você fala errado o som de determinada palavra, ele não consegue entender quando o nativo fala, com outro som. É muito importante saber “Como estudar para aprender”. Nos anos de 1980 cientistas russos divulgaram suas pesquisas de como o cérebro funciona na aquisição de novos aprendizados, em crianças e para a aquisição de um novo idioma. Nos Estados Unidos foi dado o título de Super Learning, ou seja, de Aprendizagem Acelerada, ao resultado dessa pesquisa. A Neurociência também tem divulgado pesquisas a esse respeito e o que tenho dito e escrito está embasado nessas pesquisas, que tenho comprovado com meus alunos/coachees e, os resultados são efetivos. Portanto, sugiro que em 2013, você Faça a Diferença Fazendo Diferente, e isso, em todas as áreas de sua vida. Em 2013, esteja PRESENTE e ligue seu OBSERVADOR em tudo o que considera importante na sua vida. Esteja PRESENTE principalmente com sua família e amigos e ligue seu OBSERVADOR em seu trabalho e estudo. No final desse ano me conte se fez a diferença ou não em sua vida. Um forte e carinhoso abraço a todos. Tenham certeza que considero a todos, como parte da mesma Grande Família Universal, e desejo o melhor para cada um de vocês! Angela Torii Master Coach / Personal English Teacher Researcher in English Learning & Teaching http://br.linkedin.com/pub/angela-torii/29/520/3b8

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

Você sabe como ler eficazmente em inglês?

Para aprender a ler eficazmente em inglês é produtivo fazer uma primeira leitura sublinhando as palavras desconhecidas como mostrado no texto 1. Depois faça uma nova leitura, escrevendo a tradução ao lado das palavras sublinhadas, como mostrado no texto 2. Procure as palavras, de preferência num dicionário online, onde possa ouvir como elas são pronunciadas. Essa é uma forma eficiente de se aprender a ler porque além de compreender melhor o conteúdo, reforça o significado das palavras já conhecidas e ajuda a incorporar as novas. Outro benefício é o de ouvir como pronunciar as palavras corretamente. Agora é só colocar em prática... _____________________________________________________________________________________ Texto 1 - In an evening class at Stanford the last lecture was on the mind-body connection - the relationship between stress and disease. The speaker (head of psychiatry at Stanford) said, among other things, that one of the best things that a man could do for his health is to be married to a woman whereas for a woman, one of the best things she could do for her health was to nurture her relationships with her girlfriends. At first everyone laughed, but he was serious. Women connect with each other differently and provide support systems that help each other to deal with stress and difficult life experiences. Physically this quality "girlfriend time" helps us to create more serotonin - a neurotransmitter that helps combat depression and can create a general feeling of well being. Women share feelings whereas men often form relationships around activities. They rarely sit down with a buddy and talk about how they feel about certain things or how their personal lives are going. Jobs? Yes. Sports? Yes. Cars? Yes. Fishing, hunting, golf? Yes. But their feelings? Rarely. Women do it all of the time. We share from our souls with our sisters/mothers, and evidently that is very good for our health. He said that spending time with a friend is just as important to our general health as jogging or working out at a gym. There's a tendency to think that when we are "exercising" we are doing something good for our bodies, but when we are hanging out with friends, we are wasting our time and should be more productively engaged, not true. In fact, he said that failure to create and maintain quality personal relationships with other humans is as dangerous to our physical health as smoking! So every time you hang out to schmooze with a gal pal, just pat yourself on the back and congratulate yourself for doing something good for your health! We are indeed very, very lucky. Sooooo, let's toast to our friendship with our girlfriends. Evidently it's very good for our health. Forward this to all your girlfriends and stay in touch! Thanks to all the girls/ ladies in my life who have helped me stay healthy, happy, and feeling very loved. Life isn't about surviving the storm; but how you dance in the rain. _____________________________________________________________________________________ Texto 2 – In an evening class at Stanford the last lecture = ________________ was on the mind-body connection - the relationship between stress and disease =______________________. The speaker (head =_______________ of psychiatry at Stanford) said, among other things, that one of the best things that a man could do for his health =____________________ is to be married to a woman whereas =_______________ for a woman, one of the best things she could do for her health was to nurture her relationships with her girlfriends. At first everyone laughed, but he was serious. Women connect with each other differently and provide =____________________support systems that help each other to deal =_______________ with stress and difficult life experiences. Physically this quality "girlfriend time" helps us to create more serotonin - a neurotransmitter that helps combat depression and can create a general feeling of well being. Women share =___________________ feelings whereas men often form relationships around activities. They rarely sit down with a buddy =___________________ and talk about how they feel about certain things or how their personal lives are going. Jobs? Yes. Sports? Yes. Cars? Yes. Fishing, hunting, golf? Yes. But their feelings? Rarely. Women do it all of the time. We share from our souls =______________ with our sisters/mothers, and evidently that is very good for our health. He said that spending time =_________________________ with a friend is just as important to our general health as jogging =______________________ or working out at a gym. There's a tendency to think that when we are "exercising" we are doing something good for our bodies, but when we are hanging out =_________________ with friends, we are wasting our time =_________________________ and should be more productively engaged, not true. In fact, he said that failure to create and maintain quality personal relationships with other humans is as dangerous to our physical health as smoking! So every time you hang out to schmooze =______________________ with a gal pal = female friend, just pat = dar um tapinha yourself on the back and congratulate yourself for doing something good for your health! We are indeed =___________________ very, very lucky. Sooooo, let's toast = brindar to our friendship with our girlfriends. Evidently it's very good for our health. Forward =_____________________ this to all your girlfriends and stay in touch! Thanks to all the girls/ ladies in my life who have helped me stay healthy, happy, and feeling very loved. Life isn't about surviving the storm; but how you dance in the rain.

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

“Aprimorando as 4 Etapas para aprender inglês!”

Como vimos no artigo, “Você conhece as 4 Etapas para aprender inglês?”, o processo de aprendizagem de qualquer idioma compreende quatro etapas, concomitantes, que são: 1 – A aquisição de um vocabulário básico. Cerca de 3.000 / 3.500 palavras e a ordem que essas palavras são colocadas nas frases/sentenças/orações, que é a gramática; 2 – A compreensão escrita do idioma: leitura e escrita com compreensão do que está escrito e/ou do que se escreve; 3 – A compreensão oral do idioma: o que é falado pelo nativo do idioma ou não, na velocidade que o idioma é falado; 4 – Falar apropriadamente, com fluência; fazendo-se compreender. Portanto, para falar um outro idioma é necessário a aquisição desses quatro “skills/habilidades” . Ouço pessoas dizendo que estudam há muito tempo e não conseguem entender ou se fazer entender em inglês. Na realidade eles tem o domínio das habilidades de leitura [English Reading] e escrita [English Writing], visto que tem um conteúdo de 3.000 à 5.000 palavras nesse idioma. Isso é uma grande conquista e é muito importante valorizar o esforço dispendido em sua aquisição! No entanto, a grande maioria das pessoas desvaloria esse grande feito e ficam desmotivadas, achando que os outros conseguem e elas não, mas não é verdade. O que falta é desenvolver as outras duas habilidades: compreensão/entendimento oral [English Aural Comprehension] e, a fala propriamente dita [English Speaking]. Como conseguir isso? Não existe mágica mas não é tão difícil assim! Da mesma forma que o nosso cérebro levou dois anos, quando éramos criança, para armazenar e processar as informações relativas a compreensão e fala do nosso idioma materno, temos que todos os dias ouvir muito conteúdo em inglês, para que ele consiga perceber e processar o que ouve para facilitar o nosso entendimento, nesse ou em outro idioma que queiramos aprender. O fato de fazer um curso de inglês e só estudar para as provas, facilita o aprendizado das etapas 1 e 2 mas não assegura a aquisição das etapas 3 e 4, que requerem um contato diário com o idioma e treino, mesmo que seja cantando a música enquanto se ouve ou, falando alto em inglês, o que se está pensando, no caminho para o trabalho/escola e vice-versa. Quando você falar vai perceber que poderia ter falado de outra forma mais “correta” e, é essa percepção que vai ajudá-lo a se auto-corrigir. Caso não faça isso sozinho, quando for conversar com alguém, vai cometer esses “mistakes/enganos” e achar que “não consegue falar em inglês”. Para tudo é necessário prática/treino e, aprender outro idioma não foge a essa regra. É trabalhoso? Dependo do enfoque que você dá. Você pode dizer: __Legal! Vou fazer uma seleção das músicas que gosto em inglês, gravar, ouvir e cantar diariamente. Vou entrar num site de letras de músicas em inglês [lyrics], com tradução, e estudar cada música para saber o que estou cantando e com isso aumentar o meu vocabulário. Ou pode dizer: __ Não tenho tempo para isso. Existem outras formas? Sim, mas tudo é uma questão de escolha... de foco... de ação!!! Se, comunicar-se em inglês para você é importante, saia da vítima, pare de dizer que não consegue: arregace as mangas, ponha as mãos na massa e comece. Todos que tem fluência nesse ou em outro idioma, além da língua materna, um dia tiverem que investir seu tempo para que isso acontecesse. Não consegue fazer sozinho, peça ajuda de um bom profissional. Não adie mais pois, adiar só consome energia, ao recriminar-se. Lembre-se que todos tem essa capacidade e possibilidade. Você não é diferente de ninguém, só tem que querer e agir para chegar lá. Um forte abraço, Angela Torii Master Coach Personal English Teacher Researcher in English Learning and Teaching www.angelatorii.com

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Você sabe qual é o seu nível de inglês?

Saber em que nível de inglês se está, às vezes não é tão fácil...

Quando você se matricula num curso de inglês, geralmente passa por uma aplicação de testes e o próprio aplicador dos testes faz algumas perguntas em inglês. Então de acordo com o seu número de pontos ele diz em que nível você está.

Até aqui parece simples e fácil, mas não é. Por quê?

É elementar! Esses testes costumam dar um valor maior para a compreensão escrita do que para a compreensão oral. A proporção é de 10 para 01.

Quando o aplicador do teste vê que a pessoa possui um bom vocabulário e gramática, coloca-a para estudar no “nível intermediário”, por exemplo, desconsiderando a pouca compreensão oral e considerando como “nervosismo” o fato dela não responder com muito acerto o que foi perguntado oralmente.

A pessoa então inicia o curso e tem dificuldade em acompanhar aquela turma. Entende muito pouco do que o professor fala e se desmotiva. Por outro lado, se é colocada em uma turma inferior ao seu conhecimento de gramática e vocabulário, sente que está perdendo tempo ali e também fica desmotivada.

Como falei anteriormente no artigo “...as 4 Etapas para aprender inglês”, postado aqui, o processo de aprendizagem de qualquer idioma compreende quatro etapas, concomitantes:

1 – A aquisição de um vocabulário básico: cerca de 3.000 / 3.500 palavras e a ordem que essas palavras são colocadas nas frases/sentenças/orações, que é a gramática;

2 – A compreensão escrita do idioma: leitura e escrita com compreensão do que está escrito e/ou do que se escreve;

3 – A compreensão oral do idioma: o que é falado pelo nativo do idioma ou não, na velocidade que o idioma é falado;

4 – E “Falar” propriamente dito, com fluência, fazendo-se compreender.

Quando há uma lacuna nesse processo de aprendizagem, fica difícil situar a pessoa em um dos níveis existentes: Básic / Low Intermediate/ Intermediate/ Hight Intermediate or Advanced.

No caso citado acima, por exemplo, onde a pessoa possui um bom vocabulário e conhecimento de gramática, há a necessidade de ajudá-la a vencer essa dificuldade de compreensão oral e de falar, caso contrário ela ficará desmotivada e concluirá que tem dificuldade com a língua, que não consegue entender essa língua, etc., quando na realidade não tem nada de errado com ela, mas com a forma que o ensino está sendo conduzido.

É comum eu ser procurada por pessoas que estão no “Hight Intermediate or Advanced”, e que não conseguem compreender o idioma fora da sala de aula e se sentem inseguras/bloqueadas para falar. Como no exemplo acima, elas tem um bom conhecimento de vocabulário e gramática, mas faltou ser trabalhado o “aural and oral comprehension”, ou seja, a compreensão auditiva e oral. E é justamente isso o que eu faço com elas.

Então eu pergunto: em que Nível enquadrá-las em um curso regular?

Fica a pergunta no ar, para reflexão...

Um forte abraço a todos e até a próxima!

Angela Torii

quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

O que você QUER FAZER diferente, em 2012?

Que 2012 seja para você, o ano de fazer a diferença, fazendo diferente. O Ano da Auto Avaliação e AÇÃO! Angela Torii
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Somos afortunados por vivermos nesse tempo tão especial. Quem nasceu na década de cinquenta, como eu, viu do nada, surgirem tantas inovações. A cada geração mais e mais delas:

•Do telégrafo à máquina de escrever, ao computador, à internet;
•Do rádio à TV, ao celular super equipado, e aí vai...

O ser humano caminha a passos largos para a sua evolução. Contudo, apesar de ter havido uma evolução tão concreta, em se tratando de coisas materiais e tecnológicas, aparentemente houve uma inversão de valores, no que se trata da conduta, da ética, do caráter.

Por que digo “aparentemente”?

Vivemos num mundo da dualidade e o ser humano trás essa dualidade dentro de si. Dentro da minha visão, que pode não ser a sua, a evolução do ser humano diz respeito a ele conseguir perceber essas duas forças antagônicas dentro de si mesmo, permitir-se “enxergar” e “aceitar” as suas limitações, as suas imperfeições, físicas ou de personalidade e, aos poucos ir se lapidando.

Todos nós temos o nosso lado bom e o lado não tão bom, mas quando apontamos o lado ruim do nosso semelhante, estamos nos colocando numa posição de superioridade, quando na verdade nós também temos as nossas sombras.

Digo que sou abençoada por viver nesse tempo, onde sinto a mudança no ar; uma forte energia adentrando o Planeta, fazendo-se mais presente a cada dia, permitindo que vejamos mais e mais o que estava oculto em cada ser humano, incluindo a nós mesmos.

Nunca pudemos ver com tanta clareza os descalabros de quem está no poder, seja na política ou em qualquer outra situação. Nunca pudemos ver com tanta clareza que há tantos sem ter o que comer, onde morar, quando vivemos num planeta tão abundante, porque os 10% que estão no poder, controlam o restante através do medo, através da mídia. Nunca presenciamos tanta inversão de valores...

Mas as coisas estão mudando...

As pessoas estão começando a se mobilizarem e a “acordar” quem estava dormindo. Todas as classes sociais estão começando a “enxergar” que estavam sendo usadas para colocar algumas pessoas no poder, que se mostravam cheias de boas intenções, mas que na realidade estavam visando apenas o benefício próprio.

Acredito que esse processo de reversão já foi iniciado. Estamos vivendo o tempo do inesperado e do incomum. Se cada um fizer a sua parte, se cada um ajudar quem está mais próximo a expandir a sua consciência, a se responsabilizar pela própria vida e atitudes perante ela, isso tudo pode ser mudado.

Como já foi muito bem colocado “A PAZ COMEÇA DENTRO DE CADA UM”. Quando estamos em Paz e vibrando em harmonia com o Universo, essa energia se expande e beneficia a TODOS, pois queiramos ou não, fazemos parte desse maravilhoso Planeta e a energia de Amor, Harmonia e Paz que cada um consegue gerar, faz toda a diferença.

Desejo que 2012 seja o seu Ano da Virada.
O Ano de sair da Zona de Conforto.
O Ano da AÇÃO e Concretização dos seus Sonhos!
Um Ano Novo, “NOVO”!!!


Obrigada por visitar o meu blog em 2011.

Um grande abraço,

Angela Torii

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

VOCÊ consegue pensar em INGLÊS? Is it a Fact or a Myth?

Essa questão é muito interessante. Nas “dicas” que tenho escrito, tenho procurado “quebrar” alguns “mitos” sobre o aprendizado da língua inglesa e “clarear” por que muitas gente não consegue ter fluência nesse idioma.

A meu ver, um dos motivos é que as pessoas entram para um curso de inglês como entram para outra escola qualquer. Em qualquer curso regular, da Escola Fundamental à Faculdade, se houver uma frequência de 70% das aulas e conseguir a média para “passar”, elas conseguem o DIPLOMA.

No curso de inglês, procedem da mesma forma para conseguirem o CERTIFICADO DE CONCLUSÃO DO CURSO. Uma boa parte dessas pessoas percebem, depois de alguns anos de estudo, que até conseguem ler mas têm dificuldade em compreender a língua, principalmente falada pelo nativo, na velocidade que lhe é peculiar.

Um dos motivos é que falta vocabulário e domínio de certas estruturas da língua. Os 30% que ficaram faltando em cada etapa de aprendizado, que geralmente é semestral, acaba sendo um grande fator de limitação no final do curso.

Então elas generalizam que NUNCA vão conseguir falar e compreender esse idioma. Não percebem que esse conteúdo que faltou, é um dos fatores que limita a sua compreensão e fluência no idioma. Quando vão falar “faltam palavras” (vocabulário), e sentem-se inseguras na hora de formar as sentenças (gramática).

Nas “dicas”, falo como é importante “responsabilizar-se” pelo próprio processo de aprendizado. Frequentar um curso de inglês, nos moldes de uma escola regular, não assegura a ninguém sair de lá com fluência. No aprendizado de um idioma se faz necessário a assimilação de 100% do vocabulário e da gramática ensinadas e, que faz parte da grade de ensino.

Percebam que falei acima que “um dos motivos” é esse. Já falei sobre outros em artigos anteriores.

Então ouvem pessoas, que se dizem experts em inglês, dizerem que - PARA FALAR EM INGLÊS TEM QUE PENSAR EM INGLÊS - e passam a reforçar essa crença limitante, dizendo que nunca vão conseguir PENSAR EM INGLÊS.

Esse é mais um “Mito”, um fator limitante, pois O PENSAMENTO NÃO TEM IDIOMA.

Um poliglota pode colocar o pensamento que lhe vem à mente nos diferentes idiomas que ele domina. O PENSAMENTO é uma ideia que nos chega à mente e que transformamos em palavras, quando falamos, ou em escrita, quando escrevemos, seja em que idioma for.

Que esse não seja mais um fator de limitação em sua vida. Saiba que depende somente de você dominar esse idioma ou qualquer outro que queira aprender.

Se precisar, procure um profissional Coach para ajudá-lo a traçar o caminho para realizar esse objetivo e, um bom professor de inglês para suprir o que ficou faltando e acelerar o seu processo de aprendizagem.

Um forte abraço a todos.

Angela Torii

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

“As 4 Etapas para aprender inglês!”

O processo de aprendizagem de qualquer idioma compreende quatro etapas, concomitantes, que são:

1 – A aquisição de um vocabulário básico. Cerca de 3.000 / 3.500 palavras e a ordem que essas palavras são colocadas nas frases/sentenças/orações, que é a gramática;

2 – A compreensão escrita do idioma: leitura e escrita com compreensão do que está escrito e/ou do que se escreve;

3 – A compreensão oral do idioma: o que é falado pelo nativo do idioma ou não, na velocidade que o idioma é falado;

4 – Falar apropriadamente, com fluência; fazendo-se compreender.

A primeira etapa, como o nome já diz, corresponde ao curso Básico, em qualquer curso e, vem junto com a etapa dois: ler e escrever. É a parte mais fácil.

As etapas 1 e 2, são realizadas através da visão. São 23 símbolos gráficos (letras do alfabeto) que combinados representam um objeto/ação, etc., em nosso idioma e tem seu correspondente no outro idioma. Basta apenas fazer a correspondência, ou seja, guardar como as letras são rearranjar no outro idioma para representar o mesmo objeto/ação, etc. Ex. mesa  table

Já a etapa 3, “Compreensão oral do idioma”, acontece através da audição. O cérebro necessita “decodificar” os sons relativos a cada objeto/ação, etc. e é por isso que é muito importante que se aprenda a pronunciar as palavras corretamente, bem como onde juntá-las/contraí-las, em uma frase/sentença/oração, sem o que há bloqueio na comunicação.
Exemplo:
Português: copo de água  [copu d’água]
Inglês:glass of water[glás ovuóter or glés ovuórerAmerican}

A etapa 4 é uma consequência das anteriores. Se você aprendeu a pronunciar corretamente e a fazer os links[juntá-las/contraí-las], você vai se fazer entender e compreender o que é falado, na velocidade que é falado. Caso contrário não. Haverá bloqueio na comunicação pois, o seu cérebro não vai conseguir decodificar o som que está ouvindo e vice versa.
Exemplos:
1)Daughter [dó ter] = filha
2)I live in Brazil [ái lêvin Bra sil] = eu moro no Brasil
3)I leave in Brasil [ái lívin Bra sil] = eu saio no Brasil

Algumas pessoas que não moram em São Paulo têm me pedido para indicar um bom curso de inglês. Para poder avaliar onde estudar é importante compreender como acontece o processo de aprendizagem, que está acima.

A maioria dos cursos, tem um cronograma a seguir. O professor tem que dar determinado conteúdo por aula e ele não pode “perder tempo”. Mas o conteúdo sem fixação não leva a lugar algum. Informe-se a esse respeito.

É importante também avaliar, entre outras coisas, o material adotado.

Eu trabalho com material importado, da Cambridge University Press, onde
• em cada Unidade é ensinado onde fazer os LINKS;
• em cada Unidade os diálogos são feitos na velocidade em que a língua é falada e vão crescendo em nível de dificuldade, à medida que o aluno avança em seus estudos;
• a cada duas Unidade tem um Progress Check, para o aluno verificar se ainda precisa estudar mais, e o que, dos itens estudados;
• e já prepara o aluno para a prova de Proficiency como TOEFL/TOIC, etc, caso ele necessite fazer no futuro.

Um forte abraço a todos e até qualquer hora...

Angela Torii